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Como Importar Produtos

25, agosto, 2011 Sem comentários

 

Com o imposto muito alto em nosso país, muitas pessoas apelam para a importação principalmente de eletrônicos que saem muitas das vezes por menos que a metade do valor que é vendido no Brasil.

Pensando nesse baixo preço, alguns sites e lojas brasileiras se aprimoraram em apenas importar produtos. O que se tornou um negócio lucrativo, tanto para quem vende, quanto para quem compra, pois por mais que tenham algum acréscimo não chega nem perto do valor absurdo que é o Brasil.

Compensa Importar?

Na maioria das vezes sim, o ideal é comparar o preço no Brasil e depois o preço em outros países. Caso não seja compensativo importar apenas o que deseja devido aos gastos com frete, procure amigos ou conhecidos que também esteja a fim de importar algo, assim ficará bem mais em conta.

Ultimamente os brasileiros têm importado muito da China, devido aos baixos preços principalmente de eletrônicos portáteis como celular. Até mesmo ferramentas de trabalho são encontradas em sites de importação com preços bem menores do que no nosso país.

Um ponto negativo na questão da importação é o tributo, que a pessoa paga quando seu produto chega ao país. Antes de ser enviado para o comprador o produto passa pela alfândega, onde ele é tributado de acordo com seu peso e tamanho.

Como faço para importar?

Hoje em dia, o jeito mais simples de importar é pela internet. Já existem alguns sites brasileiros que são especializados em importação, principalmente da China.

No caso dos EUA existe o WWW.ebay.com, onde você consegue comprar qualquer produto importado. Para fazer essas compras é necessário ter cartões de crédito “internacional” ou ter contas em Bancos online.

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Calculadora Financeira

25, agosto, 2011 Sem comentários

Por mais odiada que seja a matemática, ela se fazer presente na nossa vida diariamente. Desde manhã na padaria até a tarde no supermercado, é necessário fazer contas e mais contas para que o plano financeiro da família não saia do controle.

Matemática Financeira

Essa área da matemática é um pouco mais complexa do que somar e dividir, mais é muito utilizada e ajuda bastante no cálculo de juros, descontos, compras de ações e moedas estrangeiras. Como na matemática básica também temos o apoio da calculadora, denominada “calculadora financeira”, facilitando a vida de quem necessita diariamente fazer contas utilizando a matemática financeira.

Calculadora Financeira como funciona?

A calculadora financeira lembra muito à calculadora cientifica que como tal também tem algumas teclas básicas:

PV – valor presente 
FV – valor futuro 
PMT – valor das prestações 
n – período das capitalizações (tempo) 
i – taxa (%) 
?% – diferença percentual entre dois números 

Em qualquer situação financeira algumas dessas seis características vão estar presentes. A parte mais difícil é encontrar os valores associados a cada elemento citado acima, depois de encontrados é só aplicar o cálculo na calculadora financeira.

Um exemplo:

Pretendo investir meu capital a juros no valor de R$ 2.000,00 em uma poupança cuja taxa de juro é fixa de 0,5 ao mês, qual seria o valor após 5 anos?

2.000 (PV)
0,5 (i)
60 (n)
(FV)
Resultado: 2.697,70 (serão o valor total para saque passado os 60 meses)

Calculadora Financeira online

Caso não tenha uma calculadora financeira, existem sites que disponibilizam calculadoras financeiras para download, e até mesmo sites que são somente calculadoras para o usuário desfrutar gratuitamente de sua ferramenta. Outra ferramenta que a maioria tem e não conhece suas funções é o Excel, que também conta com a  função de calculadora normal e financeira.

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Como ser um Investidor

25, agosto, 2011 Sem comentários

 

A Bolsa de Valores é um ótimo caminho para quem planeja ganhar dinheiro com “juros” em médio e longo prazo. Estudos comprovam que os papéis da Bovespa vêm se valorizando constantemente, o que promete ao acionista o dobro de rendimento se comparado com poupança ou outro fundo de renda fixa.

 Investir na Bolsa compensa?

Antes de investir, o investidor deve estar ciente de que a Bolsa nem sempre trás só ganhos. O faturamento da empresa é repartido com todos os acionistas, seus ganhos serão de acordo com seu número de ações, caso aja prejuízo ocorrerá da mesma forma, o valor será descontado de cada acionista.

Caso esteja certo de investir na Bolsa, procure empresas que já estão fixas no mercado, que já tenha um histórico de “bom negócio”. Quem consegue ganhar muito assumi risco, como investir em empresas que estão começando, caso no futuro essa empresa cresça e se torne fixa no mercado suas ações crescem assustadoramente, possibilitando o acionista ganhar muito dinheiro.

Mas se caso essa empresa for à falência, “alguns” são nomeados a cuidar dos bens restantes de empresa, sendo ressarcidos primeiramente os acionistas minoritários, depois os majoritários. Como as leis no Brasil são muito brandas nessa questão, muitas das vezes acontece dos Majoritários pegarem tudo e os minoritários não receberem nem mesmo 10% do que investiram.

Como investir?

Existem duas formas de investir na Bolsa, através de corretoras ou banco. As corretoras são credenciadas pelo Banco Central e faz esse “intermédio” entre o acionista e a Bovespa, o Banco oferece cestas que variam de valor conforme o movimento das empresas cotadas, nesse caso o acionista não pode escolher em qual empresa investir, o Banco que escolhe qual a melhor empresa e hora para investir.

Para escolher a melhor corretora, procure a que se adéqua a seu caso. As corretoras cobram pelos seus serviços diretamente do acionista e muitas não trabalham com baixos valores, por tanto uma pesquisa se faz necessária. Uma dica é ver se ela faz parte dos membros da Bovespa, assim será uma segurança a mais para o acionista.

Compra e Venda de Ações

Quem dita as regras do tipo e valor do investimento, é o investidor. Ele é responsável por passar para a corretora as ordens de compra e venda.

  1. Se o investidor quer comprar ou vender ações;
  2. Qual a ação que será negociada;
  3. A quantidade de ações que estarão na negociação;
  4. O preço dessas ações;
  5.  Até quando a pessoa quer manter essa ordem (por quanto tempo a pessoa ficará comprando ou vendendo determinadas ações).

 

 

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